Criações

COCK

7-09-2017
Instituto Superior Técnico – Sala do GTIST

Um triângulo em completa tensão, que levanta questões sobre o amor, o desejo e a identidade.


JÚLIA

27-04-2017
São Luiz Teatro Municipal

Interessa refletir sobre o ser humano, ele próprio, na sua
promiscuidade, na sua intimidade, na sua totalidade.


PERFEITO CIRCULO PRESENTE

21-03-2016
RTP 2 – Porto

Perfeito Círculo Presente, fala-nos do desejo, não do desejo da carne, antes disso o desejo da comunicação, da criação de pontes, de ser inteiro e gerador perante o outro.


DESTA CARNE LASSA DO MUNDO

16-11-2005
PICADEIRO – MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E CIÊNCIA

Desta carne lassa do mundo apresenta-se no agora, fundindo o mito que nos persegue de geração em geração com a vida urbana e o quotidiano para questionar o amor total.


RADIOGRAFIA DE UM NEVOEIRO IMPERTURBÁVEL

13-11-2014
TEATRO NACIONAL D.MARIA II

É a eterna juventude de quem tenta mudar, mesmo não sabendo o rumo certo, é o risco assumido de querer algo maior, é o compromisso com o lugar onde nasceste.


O OLHAR INABITADO DAS MANHÃS

17-07-2014
JARDIM BOTÂNICO – MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E CIÊNCIA

São as sobras dos poemas. É um espetáculo que fala da Sophia, sem lhe revelar nunca o nome, que traz na voz poesia sem querer e sem ser metáfora, que encerra, caixa negra, a intimidade da palavra (a menos orgânica forma de ser e sentir) com a natureza do corpo e com o próprio corpo, que é natureza.


BECO DA SAUDADE

27-03-2014
TEATRO DO BAIRRO

A saudade trabalha-se como um pêndulo: ir e ficar, ir ou ficar, ir ficando, ficar indo – numa dramaturgia de verbos que ganha o corpo e transforma o movimento, quando o corpo começa a dançar e, pela intuição, constrói um documento de gestos que fala pelo sujeito e não sobre ele.


FRAGMENTO

04-10-2013
CLUBE FERROVIÁRIO DE LISBOA

Um encontro com o público para contar o que ficou: o que são as memórias do performer, a real e a inventada?


QUE O DIA TE SEJA LIMPO

19-09-2013
CINE-TEATRO S. PEDRO

Fala-se, em simultâneo, da multidão e de cada um – sem metáforas ou eufemismos, fala-se somente do Homem, procurando, de alguma forma caricaturar a carne chamando-a a depor sobre Nós: quem somos, do mais escuro à luz do ser.


SEMPRE NOIVA

04-10-2012
TEATRO TABORDA

Mais do que um manifesto político, Sempre Noiva é um interrogatório íntimo, uma confissão de amor perdido; como espaço teatral, é o lugar de exposição de fragilidade do cidadão perante a sua pátria, apenas por ele intocável.


NÃO TE CONCEDI A TI, NATUREZA, A DECISÃO DESTE DIA

12-09-2011
TEATRO TURIM

Não te concedi a ti, natureza, a decisão deste dia é um discurso sobre a liberdade do verbo morrer, que se constrói, cristalino e frágil, como vida, dia após dia: é um corpo que nunca se veste, que é permanente e inevitavelmente visível, em todas as suas fases – até à lua ser nova.


UM DIA DANCEI SÓ DANCEI UM DIA

07-07-2010
FESTIVAL DE TEATRO DE ALMADA | TEATRO NACIONAL D.MARIA II

A falta que sentimos das pessoas, dos lugares, de nós próprios. E o amor, como forma de expressão do “eu” e como elemento preenchedor de um lugar que pertence simplesmente ao vazio, à falta.